Palavras ao vento


Um momento eu olho pro meu filho e penso:Só falta ele falar. De repente um ataque de lucidez vem em minha mente e me diz: Será?Meu filho me trouxe um alcance inexplicável.Ele me ensinou o silêncio, o calar, o sentir, o olhar, o ouvir., o tocar Ele me ensinou a não fazer nada também.
Não fazer nada é algo muito difícil;
Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.
Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.
Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.
Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.
Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.
Eu tive muita sorte com meus filhos.
MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.
Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.
Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.
Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.
Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.
Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.
Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.
Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir.
Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.
E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.
Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.
Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claro
Aprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.
Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.
Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.
De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.
E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.
E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.
Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.
Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.

Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. 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1 comentários:

ANDRE GONÇALVES DA SILVA on 2 de setembro de 2015 16:32 disse...

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