Odeio psicoliogia



Confesso!!
Odeio!!
Não, não se ofendam meus nobres amigos psicólogos, não é nada com vocês, é com a teoria mesmo. Não vai, não funciono, 
não consigo ler, não consigo imaginar alguém lendo rsrsr bloqueio total.
Mas eu estudo direito, amo leis, não sou ninguém para questionar o gosto 'esquisito' das pessoas rsrsrsrsrs
Ano passado foi muito difícil não falar sobre psicologia. Era um dos módulos da faculdade e, ainda que fosse mais específico para a área do direito, eu pensei: Vai ser um porre!!!
Acreditem ou não, foi uma das matérias que fechei com melhor média, vai entender.
Mas, como tudo na vida pode ser uma armação, como já diziam as mães de antigamente: Você vai pagar a língua!!! A psicologia é algo presente em minha vida.
Não sei se muitos sabem, mas tenho uma filha adolescente que completará 17 anos mês que vem. 
Nessa idade um dos assuntos inevitáveis na casa é o Vestibular. Não tem como não pensar, almejar e temê-lo.
Sempre digo ao meu marido que ele tem uma tarefa árdua para este ano: Enfrentar 24 TPMs, uma adolescente em fase de TCC, pré-vestibular, pré ENEM, um autista descobrindo o lado bom da vida e uma esposa estudando Direito.
Haja chocolate!!!
Bem, então para prestar um vestibular o fator primordial é saber que curso queremos fazer, certo??
Certo.
E a primeira coisa que minha filha escolheu foi que deveria estudar numa faculdade Federal.
Foram longas discussões no ano passado sobre como estudar, onde estudar e eu bati o pé que não admitia república.
Não estou pronta ainda, gente, sorry.
Daí falamos sobre o curso.
Nunca notei nada relevante em minha filha que pudesse determinar que ela gostaria ou teria o dom para algo e escolhesse determinada profissão por isso.
Também nunca fui estressada com isso, sou da opinião de que é bom sair do ensino médio sabendo o que deseja, mas que se não sabe, que jamais deva enfiar qualquer curso goela abaixo porque deve estudar.
Então, até ano passado não sabíamos qual o curso minha filha desejava. E, quando finalmente perguntei veio a grande surpresa.
- PSICOLOGIA.
Caramba, lembro de ficar sem ação.
Eu sou péssima para disfarçar reações, consigo até disfarçar sentimentos, raiva, mágoas e tal, mas de surpresa não. Meu rosto diz mais do que mil palavras e assim foi.
Mas, mesmo sabendo disso, disse que quem tem que gostar é ela, não eu e a apoiei e apoio em tudo o que pude e posso.
A relação de Ana com Artur é muito linda. 
Não são eternos grudados, não tem aquela ligação de contato, mas é linda, eles se amam infinitamente, claro,
A maturidade com que Ana lidou e lida com Art sempre me impressionou e comove.
Lembro dela chorar muito quando ao me perguntar  se Art falaria e eu lhe dizer que Art poderia nunca falar.  Lembro da dor de não poder impedir essa dor nela, lembro de tantas coisas lindas que ela nos fez para tirar nosso sorriso, nosso orgulho e mal sabe ela que nem é necessário. Nosso amor, admiração por ela é tao grande, próximo do infinito.
Depois de tanto estresse, depois de tantas conversas, depois de eu trabalhar minha mente e coração para ter uma filha por mais 4 anos estudando o dia todo e longe de casa, depois de ser adulta, eis que resolvi num belo dia fazer a celebre pergunta:
- Por que estudar Psicologia?
Admito que existia um certo tom de surpresa com falta de entendimento em qual seria o sentido do desejo já que, como mãe, nunca percebi.
Então, veio-me uma resposta, sensata, certa, sem grandes vislumbrações, sem sonhos impossíveis, sem intenção nenhuma além daquela que saia de seus lábios.
- Ora mãe, eu quero trabalhar com pessoas deficientes, que tem problemas igual ou não ao de meu irmão.

Mais uma vez, confesso também ( estou confessando tudo hoje rsrs) que não foi a primeira vez que senti meu rosto ruborizar, aquele arrepio de vergonha que sobe pela espinha e também senti meu coração transbordar de amor.
O que mais me fascina nisso tudo é a beleza que existia em seus olhos ao dizer aquilo, havia uma naturalidade tão incrível, tão doce que eu não esperava. Não que não viesse de alguém doce, doçura sempre foi constante em Ana, mas aos meus olhos a missão de Ana era apenas como irmã. Nunca a imaginei multiplicadora.
Ainda falta tanta coisa, estamos só começando e eu já me vejo feliz, realizada, sentindo que não preciso de muita coisa, o melhor a vida já me deu.
Conviver com pessoas como Ana, meu marido, Artur e tantas outras que nossa vida louca nos proporciona é tudo de melhor que eu poderia ter.
Pensar nessas coisas nesse momento que tenho vivido é muito, muito reconfortante e me enche de forças para seguir adiante.
Houve um tempo em que eu era nada, outro eu tinha um grande nada para administrar, outro tempo nada do que eu fazia era suficiente para suprir a falta do tudo, outro tempo eu perdi o nada para entender que o NADA era TUDO o que eu precisava .
Com o NADA entendi verdadeiramente o que é ser feliz e nada do que façam de mal para mim vai deixar eu esquecer que nada é tão perfeito quanto amar e ser amado e constatar que a herança que você está deixando ao mundo é repleta de valores.
Essa é a minha psicologia. Não tem curso, não tem estudo, não é cientificamente comprovada, mas nos faz feliz e completos.
Todo mundo acaba sendo psicólogo uma vez na vida.
Taí mais um conceito a ser revisto.
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Eu preciso chorar


Então vamos chorar!!
Sabe aquele dias que você está bem azeda e precisa chorar??
Bem, vamos lá, né??
Ano passado eu desisti de escrever por aqui. Acabei voltando porque esse cantinho me faz bem. Estou aqui desde 2008, não dá pra desprezar o quanto escrever me fez crescer.
Mas, a vida não é só de alegria, existem também as dificuldades. Muitas deles eu dividi aqui com vocês.
Porém, das últimas duas postagens para frente decidi mudar a cara do blog no sentido das emoções.
Eu escolhi as boas sensações.
Sempre, sempre, sempre, infinitas vezes eu disse que escolhi o lado bom de ser mãe.
E deu certo.
Hoje que estou com essa tristezinha no meu pé, com esse nozinho na garganta acabei decidindo que hoje eu vou chorar.
Vou chorar porque um dia eu não tinha mais meu filho, no outro eu não tinha mais eu.
No outro, eu não tinha a mínima ideia do que fazer com o que eu tinha.
E então parti para a matemática da vida.
Se a gente for olhar para uma pessoa que tem uma vida normal, poderemos concluir que a vida não teve muita vontade de ser generosa comigo.
Uns bons anos eu fiquei olhando para o céu e dizendo: Você me fodeu, vida!.
Por um bom tempo me ajudou bastante, mas hoje fica só no desabafo mesmo.
Ter o segundo filho foi a melhor coisa que houve na minha vida.
Para ser mãe pela primeira vez não tive dúvida alguma, eu queria,eu fui. Da segunda vez fiquei muitos anos com medo.
Depois chegou a hora de encarar outro desafio: o de ser mãe de um autista.
Gente, que medo.
Ninguém sabia o que era, de onde vinha, não tem cura, não se sabe se ele vai melhorar, piorar, se vai adoecer, se vai falar, meu Deus!!! Foi apavorante.
Mas eu topei.
Topei, estou encarando.
No começo como a maioria sabe, foi igual para todo mundo, muda uma coisa aqui outra ali.
Mas eu acredito que o fundamental nisso tudo foi que eu não me vitimizei.
Eu simplesmente decidi e tive que aprender a viver o momento.
E hoje eu não troco o que eu tinha antes para o que tenho hoje. Nem meus medos.
Tenho pavor de deixar meu filho antes de poder mostrar tudo o que ele é capaz de aprender, mas não troco pelo antes.
Tenho pavor do preconceito de alguns "seres humanos" que deveriam estar em jaulas e estão soltos por aí, mas a vida não me fez cheia de coragem à toa. Vou lutar contra um por um.
Tenho medo das regressões também, mas o mundo do autismo me ensinou a viver o hoje.
Mas eu também tive medo de meu filho usar fraldas para sempre.
E ele não sou as deixou, como hoje temos comemorado que ele aprendeu a utilizar o banheiro sozinho. A gente só fica olhando da porta porque ele ainda não assimilou que nossa presença não é necessária.
Eu vi meu filho passar fome porque ele não sabia pedir comida e hoje ele abre a geladeira e escolhe o que quer como qualquer outra pessoa.
Eu vi meu filho doente muitas vezes, definhando, sofrendo e a vida me levou por caminhos onde eu consegui qualidade de vida para ele.
Chorei por 3 anos olhando para seu corpo cheio de feridas, infeccionadas e hoje, finalmente fui presenteada com a descoberta do porquê disso.
Hoje eu estava com vontade de chorar, então, como eu sou uma mulher já crescidinha eu decidi que ia ser de felicidade.
Meu filho nunca vai ser uma criança como as outras.
Mas meu filho hoje tem identidade. Eu fiz ele ser, eu fiz ele existir, eu consegui colocar isso na essência dele que ele é alguém.
Que ele tem vontades e que dentro dos limites seus, nossos e da sociedade elas podem e devem ser atendidas e eu ensinei ele exigir isso,
Eu nunca precisei ensiná-lo a ser forte, muito pelo contrário, ele me ensinou a ser essa força toda que eu sou.
Nossa família é muito bonita, vivemos numa sintonia diferente de outras famílias, mas o mais lindo que existe nela e o que eu mais admiro e sempre sonhei que tivesse foi compreender que precisamos um dos outros e que devemos ser unidos.
Sempre disse para minha filha que não estamos juntos por acaso, temos nossas experiencias para dividir, nosso amor para compartilhar e uma vida de muito crescimento pela frente e eu tenho razão.
Nunca vi meu filho tão feliz em toda sua vida, nunca foi tão maravilhoso estar com ele todos os dias vendo ele crescer.
Nunca imaginei que meu filho fosse melhorar tanto, se desenvolver tanto.
Nunca pensei que uma parede riscada, umas 50 folhas de sulfite cheias de garatujas, um desenho animado fosse significar tanto como hoje.
Diante disso tudo, só me resta chorar.
Chorar de amor, chorar de gratidão, chorar de emoção por merecer algo tão simples e ter a maturidade suficiente para valorizar.
Não, minha vida não está perfeita. Sinto muita tristeza dentro de mim. As coisas não tem sido fáceis e nem estão dentro do que eu gostaria, mas eu não tenho tempo para chorar por isso, então, já que é para chorar, prefiro chorar agradecendo a Deus por tudo isso que ele me deu.
Assim tiro forças para lutar por aquilo que ainda não me pertence.
Espero que dê certo.........
Deixo aqui, a foto da minha maior vitória: as fotos são da mesma parte do corpo: a parte da panturrilha, a mesma perna.



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Palavras ao vento


Um momento eu olho pro meu filho e penso:Só falta ele falar. De repente um ataque de lucidez vem em minha mente e me diz: Será?Meu filho me trouxe um alcance inexplicável.Ele me ensinou o silêncio, o calar, o sentir, o olhar, o ouvir., o tocar Ele me ensinou a não fazer nada também.
Não fazer nada é algo muito difícil;
Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.
Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.
Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.
Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.
Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.
Eu tive muita sorte com meus filhos.
MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.
Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.
Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.
Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.
Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.
Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.
Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.
Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir.
Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.
E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.
Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.
Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claro
Aprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.
Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.
Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.
De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.
E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.
E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.
Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.
Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.

Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.Não fazer nada é algo muito difícil;Não é um fazer nada de abandono. E a gente muitas vezes só conhece esse "não fazer nada", o do abandono.Mas com ele eu descobri o fazer nada de esperar. De não ansiar pelo controle das coisas.Meu filho falou muito mais do que eu poderia ouvir se ele tivesse usado palavras.Ele me mostrou o verdadeiro significado da vida.Ele pegou na minha mão e com seu silêncio me conduziu por caminhos que eu desconhecia.Eu tive muita sorte com meus filhos.MInha filha sempre muito madura. Muitos diziam que ela não era uma criança, que era uma anã disfarçada de criança e vejo que é verdade, minha parceira eescudeira incansável.Cometi muitos erros durante essa viagem de mãe.Pequei por não saber lidar com a minha própria dor enquanto meus filhos me mostravam com maestria como é viver com ela.Muitas vezes meu exemplo para força era pensar da seguinte forma: Eu posso reclamar, esbravejar, escrever, xingar, por mais que não aceitem, vão entender. Artur não consegue e veja, vive sorrindo, lutando....engolia minha dor.Eu também fui muito forte, forte o quanto pude.Olho para meu filho e vejo tudo o que ele diz. O quanto crescemos.Hoje ele sabe que não precisa mais passar fome, porque aprendeu a pedir comida.Hoje ele pode ir ao banheiro sem ninguém chamar porque sabe ir. Hoje ele sabe o que quer e como conseguir.E com ele, vou aprendendo o que o sliêncio é capaz de ensinar.Muitos me ajudaram nesses anos todos, mas esse silêncio foi o principal.Falar com os olhos, ler olhos, sorrir com os olhos., chorar com os olhos, claroAprendi que a alma fala através deles e aprendi o quanto pode ser lindo ler a alma de alguém assim.Hoje minhas dores são outras. As esperanças também.Continuo sem expectativas, não gosto delas. Elas machucam. Não somos companheiras de caminhada, nunca fomos desde que trilho por esse caminho.De repente, sem dizer uma palavra, sem escrever uma letra, sem emitir um som compreenssível aos ouvidos de mtos, Artur diz tudo: Ele veio para nos trazer outro significado do amor.E se hoje eu fosse buscar uma palavra que nos resume, eu diria : maturidade.E o mais legal é que ela me faz pensar que daqui um ano, dois, vou ler isso e rir de mim mesma porque eu vou pra frente sempre e que a gente não para de crescer.
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